Ted Price, Presidente e CEO da casa de programação Insomniac Games, conversa acerca das novas funcionalidades e da relevância da história em Resistance 2.
O que podemos esperar de Resistance 2?
Resistance 2 oferece excelentes novidades. Antes de mais, damos continuação à história de Resistance: Fall of Man, seguindo Nathan Hale no seu regresso aos Estados Unidos. Enfrentando uma invasão quimeriana do país, Nathan luta no contexto de um enredo totalmente integrado.
Em segundo lugar, temos o modo online cooperativo para 8 jogadores, o qual inclui diversas classes de personagens, a progressão das mesmas e recompensas com base na experiência. Trata-se de uma campanha autónoma e muito diferente da missão para um só jogador, contando com a sua própria história.
O jogo consta ainda de modos para vários jogadores, um dos quais possibilita a participação de 60 pessoas em combates entre esquadrões com objectivos dinâmicos. Neste modo, a acção abrange todo o mapa, pelo que os jogadores não estão sempre às cotoveladas. Descobrimos que o aumento do número de participantes pode resultar no caos, se faltar a organização. Assim sendo, os nossos objectivos dinâmicos, esquadrões rivais e sistema de recompensas permitem entrar no jogo e divertir-se sem sofrer um ataque de claustrofobia.
Finalmente, temos as funcionalidades de comunidade a integrar no jogo e no website MyResistance.net.
As modalidades para vários jogadores encontram-se no centro da acção de Resistance 2?
Na verdade, estamos a canalizar igual nível de esforços para o desenvolvimento da campanha para um só jogador, dos modos competitivos e cooperativos para vários jogadores e da integração de novas funções de comunidade. Não quero que o público pense que não estamos a dedicar a mesma atenção ao modo para um só jogador. Isto porque, estamos a adicionar elementos a esta modalidade, incluindo o regresso da acção aos Estados Unidos onde os cenários apresentam uma enorme variedade visual; estamos também a introduzir inúmeros Quimerianos novos e a integrar a história de forma muito mais completa com a jogabilidade. O jogo decorre da perspectiva de Nathan Hale, algo muito diferente de Resistance: Fall of Man, pelo que a experiência deverá ser muito diferente.
Como será a relação entre a campanha cooperativa e de um só jogador?
O modo cooperativo em rede (entre 8 jogadores) terá a sua própria história, em progresso de forma paralela ao percurso de Nathan pelos Estados Unidos.
Apesar de não darmos tanta importância às sequências animadas como na campanha para um só jogador, trata-se de um modo determinado pela história. Penso que os jogadores notarão a progressão; por outro lado, enquadra-se no tema geral da América alternativa que estamos a criar para Resistance 2.
Desejavam desenvolver algum dos aspectos do Resistance original neste jogo?
Acho que um dos nossos principais objectivos era responder às perguntas sobre a identidade de Nathan Hale, sobre os Quimerianos e, sobretudo, contar uma história mais rica. Incluímos novas personagens que ajudam à narrativa, constituindo uma abordagem muito diferente da de Resistance: Fall of Man.